sábado, 28 de fevereiro de 2009

Quem Sou Eu?



Vejo o ensinamento de Cristo da seguinte maneira: em primeiro lugar, procuro ver a mensagem em si, desvinculada do Cristianismo, até onde isso é possível. Do ensinamento que chegou aos nossos dias, inclusive os contidos nos evangelhos apócrifos, de que conheço pouca coisa, destaco três afirmações, que, para mim, são fundamentais.

1 – Buscai o reino de Deus e sua glória, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas;

2 – O reino de Deus está dentro de vós;

3 – Vós sois Deuses.

A primeira afirmação é a de que se deve buscar o reino de Deus em primeiro lugar. Essa é a principal coisa a ser feita na vida. Não significa isso negar o buscar os meios de sustento, a saúde, constituir ou não uma família, gerar ou não filhos. Na nossa sociedade atual, lutar pelo ganho do sustento, pela profissão e, se possível, por sucesso, posição, prestígio, tornou-se a busca principal para a maioria.







A segunda afirmação é a de que o reino de Deus está dentro de cada um. Essa frase já foi transformada para “o reino de Deus está entre nós”, etc. O reino de Deus está dentro de vós, entre nós e em toda parte. O reino de Deus é a totalidade da vida, manifesta e imanifesta. Mas deve-se buscar o reino no “lugar” mais próximo possível – dentro de vós. Se busco a fonte de mim mesmo, tenho de encontrar a minha origem em Deus. Não há outro criador. Eu surjo de Deus.

A terceira afirmação é a de que “vós sois Deuses”. O Cristo disse isso citando David. Se fosse dizer a mesma coisa a apenas uma pessoa, o Cristo teria de dizer: “Você é Deus”.

O Cristo não disse: “Busque primeiro uma igreja, ou uma comunidade religiosa, ou um livro sagrado, ou um mosteiro, ou uma oração, ou fazer boas obras”. Ele disse: “Buscai primeiro o reino de Deus”.


A palavra “Deus” parece que vem do sânscrito “Dyaus”, que significa o espaço exterior, os céus. Dyaus, Zeus, Deus, Céus.

Quando Moisés, de acordo com “Êxodus”, perguntou a Deus quem ele era, a resposta foi a frase “Ehyeh Asher Ehyeh”, que é traduzida como “Eu Sou esse Eu Sou”, “Eu Sou quem Eu Sou”, ou “Eu Sou o que Eu Sou”. Existem alguns que traduzem como “Eu serei o que serei”. Para mim, essa tradução é incorreta, porque “eu serei” implica tempo, e Deus é atemporal. Deus é o presente atemporal. O suposto tempo pertence à criação. Mesmo com a criação, Deus continua sendo atemporal.




O tetragrama judeu para o nome de Deus é “YHWH”. Quando Moisés perguntou a Deus qual a resposta que deveria dar quando lhe perguntassem quem o enviou a seu povo, Deus respondeu: “Diga que ‘Eu Sou’ lhe enviou”. Portanto, Deus está chamando a Si próprio de “Eu Sou”. Assim, o tetragrama YHWH tem de significar “Eu Sou”, o nome de Deus. A pronúncia parece se aproximar de Yaohu, que originou Jah e outros nomes de Deus. Acrescentando-se vogais ao tetragrama, formou-se a palavra “Yahweh”, que modificou-se para “Javé” e “Jeová”.

Ramana Maharshi, um dos maiores Mestres espirituais de todos os tempos, para quem a descoberta da Verdade é a principal ação a ser empreendida pelos seres humanos, a que está em primeiro lugar e acima de todas as outras, recomenda que a investigação seja feita voltando-se a atenção, em primeiro lugar e sempre, para o sentimento “Eu Sou”, presente em cada um.


Uma pessoa diz, p. ex., “eu sou brasileiro”. Mas, o que dizer de um indivíduo que nasceu neste mesmo território antes de ter sido nomeado pelos invasores, colonizadores, descobridores, de “Brasil”, por causa de uma árvore da cor da brasa?

Um indivíduo se forma em economia, p. ex., e diz “eu sou economista”; digamos que depois ele se forma em história – aí ele diz “eu sou economista e historiador”; posteriormente, ele se forma em psicologia – agora ele diz “eu sou economista, historiador e psicólogo”.

Um indivíduo é cristão. Ele diz “eu sou cristão”. Depois se converte ao Islamismo; agora ele diz “eu sou muçulmano”. Ou o contrário.


Portanto, ser brasileiro, economista, historiador, psicólogo, cristão, muçulmano, etc., são coisas circunstanciais, acréscimos. Acréscimos a quê? A “Eu Sou”. “Eu sou” é o que é permanente, estável. “Eu sou isso, eu sou aquilo” é o ego. O puro “Eu Sou”, sem misturas, sem acréscimos, é Deus. Deus está em cada um. Cada um, verdadeiramente, é Deus. “Vós sois Deuses”. “Você é Deus”.

Ramana Maharshi recomenda que se preste atenção a esse sentimento de “Eu”, de “Eu Sou”, de Existência-Consciência. “Eu” é consciência; “Sou” é existência. A existência é consciência. Essa Existência-Consciência é ilimitada, atemporal. Só quando se acrescenta alguma coisa – “Eu sou isso”, “Eu sou aquilo” – é que se limita a Existência-Consciência.

As idéias, as imagens, os conceitos, necessários para se viver em sociedade, no mundo, se tornam um empecilho quando se quer descobrir a Verdade. Nesse campo, toda a atividade de ideação, toda “episteme” (literalmente “sobreposição”), tem de se aquietar. “Aquieta-te e sabe que Eu Sou Deus”. Já que Deus disse a Moisés que ele, Deus, é “Eu Sou” (“Eu Sou esse Eu Sou”), pode-se dizer também: Aquieta-te e sabe que “Eu Sou” é Deus.

Os conceitos, as imagens, as idéias, encobrem a Verdade, encobrem o “Eu Sou”, encobrem Deus. Mas só encobrem aparentemente, assim como a mão colocada na frente do rosto encobre, aparentemente, o sol. Na verdade, a mão interposta ao sol e aos olhos não encobre realmente o sol. E para que a mão e o que pode ser percebido em torno - menos o sol - possam ser vistos, é preciso que haja a luz do sol. Não se pode cobrir o sol.

Ramana Maharshi, pois, recomenda que se preste atenção ao “Eu Sou”, que se dê atenção ao verdadeiro Si Mesmo. Para facilitar a auto-atenção, ele recomenda que sejam feitas as perguntas: “Quem sou eu?”; “De onde surge o pensamento ‘eu’?”; “Qual a fonte do pensamento ‘eu’?”; “O que é isso que aparece como ‘eu’?” Essas perguntas ajudam o indivíduo a voltar a atenção para o “Eu Sou” sem acréscimos, sem misturas, sem conceitos, “Eu Sou” é Deus. Eu não sou as idéias que tenho a respeito de mim mesmo, pois a idéia não é a própria coisa. Quem sou eu?

Para os que não conseguem fazer essa investigação direta, Ramana Maharshi diz que podem fazer um pouco de exercícios respiratórios, um pouco de repetição de mantras, de cânticos, de adoração, ou qualquer outro tipo de prática de natureza religiosa, até que a mente tenha força suficiente para a auto-indagação, quando então essas outras práticas podem ser abandonadas.

Paulo: “Não sou eu quem vive, mas é o Cristo que vive em mim”. O Cristo aparece em cada um depois que o ego morre. O Cristo já está ali, mas o ego funciona como a mão interposta ao sol e aos olhos. Para que os conceitos, as idéias, as imagens, as representações sejam vistas, é preciso que haja a luz do “Eu Sou”, a luz da Existência-Consciência. Morre o “homem velho” e fica o Cristo, filho de Deus.

Ramana Maharshi diz que a atenção voltada para o “Eu Sou” faz com que os conceitos definhem, o ego se dissolva, e fique existindo apenas como uma corda queimada, que, embora mantenha aparência de corda, não serve para amarrar mais coisa alguma.

Fala-se sobre a salvação. De que é que temos de ser salvos? Evidentemente, temos de ser salvos da ilusão, da perdição, de estarmos perdidos na ilusão, salvos da ignorância, salvos da vida que não é plena e que é, portanto, sofrimento, medo, angústia, banalidade, insuficiência interior, vazio, morte.


Quem é Jesus? O que significa Jesus? O nome “Jesus” é uma modificação decorrente das transformações para o grego e o latim do nome original. Qual é o nome original? Em pesquisas, verifica-se que o nome original é “Yaohushua”. De onde vem esse nome? Do tetragrama YHWH, Yaohu, acrescido do verbo “salvar”. A palavra “Jesus”, Yaohushua no original, significa, portanto que o “Eu Sou” é que salva. Quem salva é o “Eu Sou”. “Eu Sou” é a salvação. O “Eu Sou” é o Cristo em nós. O “Eu Sou” é Deus. Nós somos esse “Eu Sou”. “Eu e o Pai somos Um”.

É assim que vejo o ensinamento de Cristo. Para mim, não interessa se existiu, ou não, a figura histórica de Jesus, porque Yaohushua (O que salva é o “Eu Sou”).
Texto: Domingos Milton










sábado, 24 de janeiro de 2009

A Idade do Mundo

Li uma vez que a Argentina não é nem melhor, nem pior que a Espanha, só que mais jovem. Gostei dessa teoria e aí inventei um truque para descobrir a idade dos países baseando-me no 'sistema cão'.

Desde meninos nos explicam que para saber se um cão é jovem ou velho, deveríamos multiplicar a sua idade biológica por 7. No caso de países temos que dividir a sua idade histórica por 14 para conhecer a sua correspondência humana.Confuso? Neste artigo exponho alguns exemplares reveladores.




Argentina nasceu em 1816, assim sendo, já tem 190 anos. Se dividimos estes anos por 14, a Argentina tem 'humanamente' cerca de 13 anos e meio, ou seja, está na pré-adolescência. É rebelde, se masturba, não tem memória, responde sem pensar e está cheia de acne.


Quase todos os países da América Latina têm a mesma idade, e como acontece nesses casos, eles formam gangues. A gangue do Mercosul é formada por quatro adolescentes que tem um conjunto de rock. Ensaiam em uma garagem, fazem muito barulho, e jamais gravaram um disco.

A Venezuela, que já tem peitinhos, está querendo unir-se a eles para fazer o coro. Em realidade, como a maioria das mocinhas da sua idade, quer é sexo, neste caso com Brasi,l que tem 14 anos e um membro grande.

O México também é adolescente, mas com ascendente indígena. Por isso, ri pouco e não fuma nem um inofensivo baseado, como o resto dos seus amiguinhos. Mastiga coca, e se junta com os Estados Unidos, um retardado mental de 17 anos, que se dedica a atacar os meninos famintos de 6 anos em outros continentes.


No outro extremo, está a China milenária. Se dividirmos os seus 1.200 anos por 14 obtemos uma senhora de 85, conservadora, com cheiro a xixi de gato, que passa o dia comendo arroz porque não tem - ainda - dinheiro para comprar uma dentadura postiça.A China tem um neto de 8 anos, Taiwan, que lhe faz a vida impossível. Está divorciada faz tempo de Japão, um velho chato, que se juntou às Filipinas, uma jovem pirada, que sempre está disposta a qualquer aberração em troca de grana.

Depois, estão os países que são maiores de idade e saem com o BMW do pai. Por exemplo, Austrália e Canadá. Típicos países que cresceram ao amparo de papai Inglaterra e mamãe França, tiveram uma educação restrita e antiquada e agora se fingem de loucos. A Austrália é uma babaca de pouco mais de 18 anos, que faz topless e sexo com a África do Sul. O Canadá é um mocinho gay emancipado, que a qualquer momento pode adotar o bebê Groenlândia para formar uma dessas famílias alternativas que estão de moda.


A França é uma separada de 36 anos, mais puta que uma galinha, mas muito respeitada no âmbito profissional. Tem um filho de apenas 6 anos: Mônaco, que vai acabar virando puto ou bailarino... ou ambas coisas. É a amante esporádica da Alemanha, um caminhoneiro rico que está casado com Áustria,que sabe que é chifruda, mas que não se importa.


A Itália é viúva faz muito tempo. Vive cuidando de São Marino e do Vaticano, dois filhos católicos gêmeos idênticos. Esteve casada em segundas núpcias com Alemanha (por pouco tempo e tiveram a Suíça), mas agora não quer saber mais de homens. A Itália gostaria de ser uma mulher como a Bélgica: advogada, executiva independente, que usa calças e fala de política de igual para igual com os homens (A Bélgica também fantasia de vez em quando que sabe preparar espaguete).



A Espanha é a mulher mais linda de Europa (possivelmente a França se iguale a ela, mas perde espontaneidade por usar tanto perfume). É muito tetuda e quase sempre está bêbada. Geralmente se deixa foder pela Inglaterra e depois a denuncia. A Espanha tem filhos por todas as partes (quase todos de 13 anos), que moram longe. Gosta muito deles, mas a perturbam quando têm fome, passam uma temporada na sua casa e assaltam sua geladeira.


Outro que tem filhos espalhados no mundo é a Inglaterra. Sai de barco de noite, transa com alguns babacas e nove meses depois, aparece uma nova ilha em alguma parte do mundo. Mas não fica de mal com ela. Em geral, as ilhas vivem com a mãe, mas a Inglaterra as alimenta.


A Escócia e a Irlanda, os irmãos de Inglaterra que moram no andar de cima, passam a vida inteira bêbados e nem sequer sabem jogar futebol. São a vergonha da família.


A Suécia e a Noruega são duas lésbicas de quase 40 anos, que estão bem de corpo, apesar da idade, mas não ligam para ninguém. Transam e trabalham, pois são formadas em alguma coisa. Às vezes, fazem trio com a Holanda (quando necessitam maconha); outras vezes cutucam a Finlândia, que é um cara meio andrógino de 30 anos, que vive só em um apartamento sem mobília e passa o tempo falando pelo celular com Coréia.


A Coréia (a do sul) vive de olho na sua irmã esquizóide. São gêmeas, mas a do Norte tomou líquido amniótico quando saiu do útero e ficou estúpida. Passou a infância usando pistolas e agora, que vive só, é capaz de qualquer coisa. Estados Unidos, o retardadinho de 17 anos, a vigia muito, não por medo, mas porque quer pegar as suas pistolas.

Israel é um intelectual de 62 anos que teve uma vida de merda. Faz alguns anos, Alemanha, o caminhoneiro, não a viu e a atropelou. Desde esse dia, Israel ficou que nem louco. Agora, em vez de ler livros, passa o dia na sacada jogando pedras na Palestina, que é uma mocinha que está lavando a roupa na casa do lado.

Irã e Iraque eram dois primos de 16 que roubavam motos e vendiam as peças, até que um dia roubaram uma peça da motoca dos Estados Unidos e acabou o negócio para eles. Agora estão comendo lixo.


O mundo estava bem assim até que, um dia, a Rússia se juntou (sem casar) com a Perestroika e tiveram uma dúzia e meia de filhos. Todos esquisitos, alguns mongolóides, outros esquizofrênicos

Faz uma semana, e por causa de um conflito com tiros e mortos, os habitantes sérios do mundo descobrimos que há um país que se chama Kabardino-Balkaria. É um país com bandeira, presidente, hino, flora, fauna... e até gente!
Eu fico com medo quando aparecem países de pouca idade, assim de repente. Que saibamos deles por ter ouvido falar e ainda temos que fingir que sabíamos, para não passar por ignorantes.
Mas aí, eu pergunto: por que continuam nascendo países, se os que já existem ainda não funcionam?

Texto: Hernán Casciari






















































































































































































































































































































































domingo, 11 de janeiro de 2009

A bestialidade Humana


Terrorista é aquele que faz bomba molotov, ou seja, aquele que não compra bomba dos EUA. Afinal é preciso comprar uma bomba industrial que passou por rigidos padrões de qualidade, pois essas são seguras e com selo internacional de eficácia. Bomba molotov não é segura e não possui o selo do tio Sam.





Terroristas são ruins, militares não. Militares matam mas dentro da regra. Israel matou centenas e deixou mais de 3 mil feridos (mas tudo dentro da regra), Hamas matou 5 (mas como ato terrorista).


Israel hoje ocupa quase todo o território que antes era palestino, então os palestinos que contestam isso são terroristas pois não baixam a cabeça para as regras. Regras essas criadas por quem mesmo? Obs: Lembrando sempre que as regras são criações humanas que dependem da época, do grupo que as cria e do território em que são criadas, ou seja, são relativas. Porque então devemos aceitá-las ainda mais quando não representam o nosso interesse mas sim de um outro grupo que detém o poder?



Será que o Hamas é tudo isso que estão dizendo mesmo? Ou será que o que dizem é a visão de quem detém o poder, ou seja, daqueles que não querem abrir mão de seu poder e para isso deixam um grupo de resistencia (que é o Hamas) em descrédito diante de todo o resto do grupo humano (nomeando-os de terroristas)?




Quem é terrorista? Não é terrorismo matar 600 pessoas e deixar 3 mil feridos? Não é terrorismo expremer um grupo cultural em um minusculo território e não permitir que ele se revolte? Hamas e Palestino bom então seria aquele que aceita tudo e se ajoelha diante das regras que não foram criadas por eles? Isso seria Hamas e Palestino bom? Convenhamos né.... Não tenho mais o que comentar. Só não vê quem não quer.... "não queremos a morte dos homens mas a abolição de posições e coisas."

Bakunin

Doze regras de redação da Grande Mídia Internacional quando a noticia é do Oriente




1) No Oriente Médio são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.

2) Os árabes, palestinos ou libaneses não tem o direito de matar civis. Isso se chama "terrorismo".

3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama "legitima defesa".

4) Quando Israel mata civis em massa, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama "Reação da Comunidade Internacional".



5) Os palestinos e os libaneses não tem o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isto se chama "Sequestro de pessoas indefesas."

6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isto se chama "Prisão de terroristas".

7) Quando se menciona a palavra "Hezbollah", é obrigatória a mesma frase conter a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".

8) Quando se menciona "Israel", é proibida qualquer menção à expressão "apoiada e financiada pelos EUA". Isto pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões "Territórios ocupados", "Resoluções da ONU", "Violações dos Direitos Humanos" ou "Convenção de Genebra".

10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre "covardes", que se escondem entre a população civil, que "não os quer". Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de "Covardia". Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama Ação Cirúrgica de Alta Precisão".

11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama "Neutralidade jornalística".

12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são "Terroristas anti-semitas de Alta Periculosidade".

(Texto francês anônimo, enviado por leitor ao Blog da Carta Maior) Retirado do boletim do NPC (Núcleo Piratininga de Comunicação)--

"Não digas onde acaba o dia.Onde começa a noite.

Não fales palavras vãs.As palavras do mundo.

Não digas onde começa a Terra,Onde termina o céu.

Não digas até onde és tu.Não digas desde onde és Deus.

Não fales palavras vãs.Desfaze-te da vaidade triste de falar.

Pensa,completamente silencioso,

Até a glória de ficar silencioso,Sem pensar."

(Cecília Meireles)

domingo, 28 de dezembro de 2008

Arte e Manha para o Natal

Eu adoro fazer crochê e tricô. Como eu tava de folga do meu trabalho, já que é inverno e trabalho com jardins, resolvi fazer uma peça para cada membro da família.

Para Geri fiz essa bolsa com lã cor de vinho, enfeitada com flores azuis e cinza, com folhinhas verdes. No miolo de cada flor, coloquei contas que tinha de restos de bijouterias quebradas. Ficou uma gracinha! A receita eu peguei no site de http://feiticeiradasagulhas.blogspot.com/


As garotas todas quentinhas com os presentes que eu fiz, dados com muito amor e cheios de energia positiva.



Para Mailua, minha filha do meio aqui com o irmão, meu filho Poy, eu fiz uma blusa de tricô toda trabalhada e com uma coleção de pontos lindos.






Para complementar o look da blusa roxa, fiz um cachecol branco e amarelo clarinho de crochê, também tirados do site de Samantha.



Essa blusa eu achei a receita em uma revista Vogue de tricô, que eu tinha assinatura. Se alguém quiser a receita, me escreva e mandarei com o maior prazer.


Para Faby, minha filha mais velha, fiz um cardigã de tricô super trabalhado, com tranças e outros pontos. Também tirei de uma Revista Vogue.
O cachecol foi em tricô, com um ponto "onda", todo colorido aproveitando as sobras de lã da manta mostrada abaixo.



Para Dudinha, a namorada de meu filho Poy, fiz um bolerinho de crochê com as sobras da lã do cardigã de Faby. Prá acrescentar mais charme, fiz uma borda com uma lã tipo "fur", prá dar aquele ar chique.






Eu nem tinha as medidas dela, baseei num casaquinho de Mai, mas caiu como uma luva.

A receita veio da net.




Prá Shayne, o marido de Mailua, fiz uma manta colorida de lã feita de tricô e crochê, bem quentinha prá ele assistir TV no sofá da sala. Tanto a lã como a receita eu comprei pela net, num desses sites especializados em materiais para artesanato.






Para o meu marido, Donald, fiz um suéter de tricô com a lã que Mailua me deu no meu aniversário. Don gosta muito de cores e todo ano eu faço um suéter prá ele no níver, portanto esse aí da foto é a versão 2008. Antes desse, ele tem mais 13 , já que somos casados há 14 anos.







Como vocês podem ver, eu fiquei com agulhas, linhas e lãs desde outubro, todos os dias, sem parar, até completar minha lista de Natal.

Em janeiro continuo com as agulhas, mas com o tom de verão, pois irei para o Brasil para minhas férias costumeiras para correr do inverno daqui.


Feliz Ano Novo!!















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